A Secretaria de Estado da Saúde (SESAU) formalizou contratos e aditivos que somam R$ 2,55 milhões para unidades hospitalares, conforme publicações oficiais. O montante, calculado pela reportagem, abrange desde materiais de consumo até serviços de manutenção de videoendoscopia e tomógrafo — mas não representa necessariamente o valor já pago aos fornecedores.

Os registros surgem em meio a um cenário de escrutínio sobre a pasta. Enquanto isso, uma clínica sob investigação da Polícia Federal virou hospital, ampliou atuação no SUS e obteve habilitação assinada pelo secretário de Saúde. A situação levanta questionamentos sobre os critérios de habilitação e a destinação de recursos públicos.

O cenário fica ainda mais delicado com denúncia de calote de nove meses em obra investigada pela PF. Atrasos em pagamentos contrastam com a agilidade na formalização de novos contratos, alimentando desconfiança sobre a gestão financeira da saúde estadual.

A expectativa é que a SESAU detalhe a execução desses valores e preste contas sobre a regularidade dos fornecedores envolvidos, enquanto o Ministério Público e a PF seguem de olho nos desdobramentos das investigações.

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