O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) negou o pedido de Rodrigo Cunha e manteve a mudança no comando do Podemos em Alagoas. A decisão, divulgada nesta semana, encerra mais uma tentativa do senador de reverter a troca na direção estadual da legenda, que vinha sendo disputada nos bastidores.
Segundo a Tribuna do Agreste, a corte rejeitou o recurso apresentado por Cunha, confirmando o entendimento de que a nova direção deve permanecer à frente do partido no estado. O movimento é visto como uma derrota política para o senador, que buscava manter influência sobre a máquina partidária.
Nos bastidores, a decisão é interpretada como um reforço para o grupo que assumiu o Podemos em Alagoas, em meio a um cenário de articulação para as eleições de 2026. A disputa interna, que já dura meses, expõe as divisões na sigla e pode impactar alianças futuras no estado.
Com o TSE ao lado da nova direção, o próximo passo deve ser a consolidação do grupo no comando e a definição de estratégias para o pleito. A atenção agora se volta para como Rodrigo Cunha vai se posicionar diante do revés, especialmente em um momento em que o tabuleiro político alagoano começa a se desenhar.
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