Em outubro, os eleitores brasileiros vão às urnas para escolher presidente, governadores, senadores, deputados estaduais, federais e distritais. A três meses da votação, a corrida eleitoral terá etapas decisivas: as convenções partidárias, o registro de candidaturas e a campanha nas ruas, no rádio, na TV e na internet. O calendário, definido pela Justiça Eleitoral, estabelece prazos rígidos que orientam partidos, federações e candidatos em todo o país.
As convenções partidárias, que ocorrem entre 20 de julho e 5 de agosto, marcam o momento em que os partidos oficializam seus candidatos e alianças com outras legendas e federações. Nesse período, as agremiações políticas definem os nomes que vão disputar os cargos majoritários e proporcionais. Os nomes escolhidos serão levados para um registro formal na Justiça Eleitoral, em agosto, procedimento que permite avaliar se o político preenche os requisitos legais para concorrer.
Registro de candidaturas e propaganda eleitoral
Até o dia 15 de agosto, os partidos devem registrar na Justiça Eleitoral os nomes escolhidos para a disputa. Os pedidos passam por análise judicial, que verifica se os candidatos cumprem os requisitos legais, como filiação partidária, domicílio eleitoral e ausência de inelegibilidades. A campanha eleitoral começa no dia 16 de agosto, após o fim do prazo de registro de candidaturas. A regra vale para ações nas ruas e na internet. No rádio e na TV, a propaganda tem início 35 dias antes da antevéspera da eleição. Pedidos de voto antes desse período são irregulares e podem gerar multas.
Panorama político geral
O processo eleitoral de 2026 ocorre em um contexto de intensa polarização política e de debates sobre reformas institucionais. As eleições definirão mais de 600 cargos chave, incluindo a Presidência da República, 27 governos estaduais, 54 vagas no Senado (dois terços da Casa) e 513 cadeiras na Câmara dos Deputados. Além disso, serão eleitos 1.035 deputados estaduais e 24 deputados distritais. A disputa promete mobilizar partidos de diferentes espectros ideológicos, com alianças e federações que buscam ampliar sua base eleitoral. A três meses da votação, a corrida eleitoral já movimenta pré-candidaturas e articulações nos estados e no Distrito Federal.
Datas-chave do calendário eleitoral
Até a votação, estas datas são fundamentais para a definição da disputa eleitoral:
Convenções partidárias: a escolha oficial dos candidatos ocorre entre 20 de julho e 5 de agosto. Nesse período, os partidos realizam convenções para definir os nomes que vão disputar os cargos em outubro.
Registro de candidatos: até o dia 15 de agosto, os partidos devem registrar na Justiça Eleitoral os nomes escolhidos para a disputa. Os pedidos passam por análise judicial, que verifica se os candidatos cumprem os requisitos legais para concorrer.
Propaganda eleitoral: a campanha começa no dia 16 de agosto, após o fim do prazo de registro de candidaturas. A regra vale para ações nas ruas e na internet. No rádio e na TV, a propaganda tem início 35 dias antes da antevéspera da eleição. Pedidos de voto antes desse período são irregulares e podem gerar multas.
Turnos de votação: o primeiro turno será em 4 de outubro, quando os eleitores escolhem presidente, governadores, senadores e deputados. Se houver, o segundo turno para cargos majoritários, como presidente e governador, ocorrerá em 25 de outubro.
Diplomações: a diplomação dos candidatos eleitos ocorre até 19 de dezembro nos tribunais regionais eleitorais e no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O ato encerra oficialmente o processo eleitoral e confirma os eleitos.
Para mais informações sobre o calendário eleitoral e as regras da disputa, confira os links relacionados: Faltam 100 dias para as eleições de 2026: calendário eleitoral define regras e prazos decisivos para candidatos e gestores, Eleições 2026: Partidos iniciam contagem regressiva para convenções em julho, Sikêra Junior deixa TV A Crítica e anuncia pré-candidatura a deputado federal por São Paulo e O Futuro do Brasil em Jogo: Eleições 2026 Definirão Mais de 600 Cargos Chave.
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