Um estudo do Instituto de Estudos Estratégicos de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (Ineep) revelou que, entre fevereiro e junho de 2026, o aumento dos preços da gasolina e do diesel no Brasil foi inferior à média internacional. O período foi marcado por tensões geopolíticas envolvendo Estados Unidos, Israel e Irã, que pressionaram o mercado global.
Enquanto a transição energética global perde fôlego, o levantamento do Ineep sugere que a política de preços da Petrobras e os subsídios federais ajudaram a conter a disparada dos combustíveis no país. O governo, sob pressão de pesquisas e inflação, acelera medidas econômicas para manter a credibilidade, como aponta análise recente.
Para analistas, o dado pode ser usado politicamente pelo governo federal para rebater críticas sobre o custo de vida. A oposição, no entanto, já ironiza o resultado, lembrando que o preço ainda pesa no bolso do consumidor alagoano.
A expectativa é que o tema domine os debates na Assembleia Legislativa de Alagoas nas próximas semanas, com deputados cobrando transparência sobre os critérios de reajuste e o impacto no transporte público, especialmente após a sanção do Marco Legal do Transporte Público.
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