A Polícia Federal abriu investigação sobre contratos que somam R$ 18,5 milhões no Hospital da Criança, em Maceió. A unidade, tratada como vitrine dos governos de Renan Filho (MDB) e Paulo Dantas (MDB), agora está no centro de um inquérito que promete movimentar o cenário político alagoano.
Os contratos sob suspeita envolvem serviços prestados ao hospital, que é referência no atendimento infantil no estado. A PF busca esclarecer se houve superfaturamento ou direcionamento nas licitações. A notícia caiu como uma bomba nos corredores do Palácio República dos Palmares, onde a gestão Dantas tenta evitar que o caso ganhe contornos de escândalo.
Para a oposição, a investigação é a prova de que as ‘obras faraônicas’ do grupo Renan escondem problemas graves. Já a base governista aposta na tese de que tudo não passa de ‘perseguição política’. O Hospital da Criança, que já foi palco de inaugurações e discursos emocionados, agora pode virar símbolo de dor de cabeça para o governo.
O próximo passo da PF é ouvir gestores e ex-gestores da unidade, além de analisar documentos apreendidos. O caso deve render novos capítulos nos próximos dias, com potencial para respingar nas eleições de 2026.
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